Ilha do Campeche: o Guia de Viagem com TUDO o que você precisa saber!

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ILHA DO CAMPECHE

A Ilha do Campeche faz parte do município de Florianópolis e situa-se no Oceano Atlântico, distante cerca de mil e seiscentos metros ao leste da praia do Campeche, localizada na Ilha de Santa Catarina.

O local mede aproximadamente 1,6 km de comprimento no sentido norte-sul, e pouco mais de 500 metros no sentido Leste-Oeste.

Há uma única praia, a Praia da Enseada, cuja faixa de areia possui aproximadamente 400 metros de extensão.

      A mata atlântica abundante na Ilha começou a ser modificada já com os primeiros colonizadores europeus.

O principal foco era o Pau-Campeche, que dá nome ao local e que, a exemplo do pau-brasil, era largamente utilizado para tingir tecidos.

Além do extrativismo, a vegetação deu lugar a plantações de mandioca que alimentavam os pescadores estabelecidos na Ilha.

Com o tombamento da Ilha, tanto a degradação por extração quanto o cultivo de plantas exóticas deram novamente espaço à floresta ombrófila densa, que hoje ocupa uma área de 52 hectares.

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Onde fica ilha do Campeche?

Localizada na parte Sudeste de Florianópolis, capital de Santa Catarina e considerada um dos melhores e mais bonitos destinos litorâneos do Brasil.

Por ser um dos lugares mais incríveis de Florianópolis, a região atrai turistas de todo o país, além de muitos estrangeiros, com a sua combinação de belas praias, estrutura moderna para receber visitantes e a badalação de clubes, casas noturnas, restaurantes e bares.

Na Costa Norte da ilha, estão reunidos alguns locais mais agitados, com muita gente jovem e rica e Beach Clubs cheios de festas abertos praticamente 24 horas por dia. E é exatamente aí que fica a Ilha* do Campeche, que vem sendo mais recentemente descoberta pelo turismo nacional.

Apesar de ficar famosa há pouco tempo, a ilha já recebeu o título de melhor praia de Florianópolis para muitos, às vezes empatada com outra praia não tão conhecida de lá, a Lagoinha do Leste. De frente para a Praia do Campeche, ela possui um dos mais ricos ecossistemas do sul do país, ideal para quem deseja ter contato com a natureza enquanto curte sol e mar, sombra e água fresca, fugindo um pouco do agito na sempre fervente capital catarinense.

*Note que a praia do Campeche fica na costa, enquanto a ilha do Campeche fica no oceano e sua praia chama-se Enseada.

Como chegar à ilha do Campeche

Por ser uma cidade muito turística e recebendo gente nova o tempo inteiro, Florianópolis é de bastante fácil acesso.

Os voos para o Aeroporto Internacional Hercílio Luz chegam de todos os cantos, e com muitas opções. E o melhor: ele não fica longe dos pontos de saída para a Ilha do Campeche. Para quem pretende ir de carro, chegar na capital também é bem simples, através das rodovias federais BR 101 e BR 282.

Você pode ter a sorte de avistá-la do alto durante um pouso ou decolagem no aeroporto de Florianópolis. Se o seu pouso acontecer no sentido leste-oeste, ou seja, do mar para o continente, é preciso estar sentado na poltrona F, junto à janela, no lado direito do avião. E se a sua decolagem de Floripa for em direção ao mar, sentido oeste-leste, você deve estar no assento da janela ao lado esquerdo do avião, poltrona A.

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Ao chegar, é preciso escolher um dos três locais de onde saem embarcações para a Ilha do Campeche. E aí tem tudo a ver com onde vai se hospedar.

O acesso à Ilha do Campeche se dá pelos seguintes locais de Floripa: a Barra da Lagoa, a Praia da Armação ou a Praia do Campeche. Em cada local ele é realizado por uma Associação diferente, cada uma com suas regras, preços e horários. Você também tem a opção de contratar o passeio com alguma agência de turismo local.
          Para chegar nestas praias você pode ir de carro próprio ou alugado, pegar um ônibus ou ainda chamar algum veículo por aplicativos de transporte, como o Uber ou o 99.

Praia Barra da Lagoa

            A saída mais próxima do centro e com melhor estrutura é a de Barra da Lagoa que fica na região da Lagoa da Conceição, pouco depois da Praia Mole, seguindo para o Norte da ilha, a cerca de 20 km do centro, principal point da cidade e repleta de opções de lazer. A saída da Barra da Lagoa, é  o caminho mais longo e é feito em embarcação fechada e o percurso dura uma hora e vinte minutos
       O transporte é realizado pela Associação de Empresas de Transporte Náutico da Barra da Lagoa. Os barcos são grandes, e partem da um pier localizado embaixo da ponte pênsil azul, junto ao canal da Barra e bem próximo à praia.
       Os barcos partem às 10:00h e retornam às 16:00h. O passeio dura seis horas, sendo 4 horas de permanência da ilha, mais 1 hora de viagem em cada sentido.
      Preço: 110 reais na baixa temporada e 150 reais na alta temporada. (Fevereiro 2019).
Telefone para informações: (48) 98472-5257.

Praia do Campeche

O transporte pela Praia do Campeche é o mais rápido, a viagem dura pouco mais de 5 minutos, pois o percurso é bem curto, já que esta é a praia mais próxima à ilha. O valor é o mais caro, igual ao transporte pela Barra da Lagoa.
       

A Praia do Campeche fica no Sul da Ilha, a cerca de 16 km do centro da cidade.
      

O transporte é realizado pela Associação de Botes da Praia do Campeche. Os barcos são pequenos botes, com capacidade para no máximo seis pessoas.
       

As saídas ocorrem a partir das 9:00h, por ordem de chegada, sem necessidade ou possibilidade de reserva.

O retorno da ilha para a Praia do Campeche começa a partir das 14:00h. Diferente das duas opções anteriores, não há um tempo limite de 4 horas de permanência na ilha. Você pode ficar mais tempo por lá, se quiser.
 

Preço: 100 reais na baixa temporada e 150 reais na alta temporada.

Telefone para informações: (48) 98475-5001.

 Praia da Armação

O transporte para a ilha pela Praia da Armação é o meio mais econômico (ou menos caro, dependendo do ponto de vista) e a viagem tem uma duração que varia de 30 a 40 minutos.
      

A praia Armação encontra-se no Sul da Ilha, depois da Praia do Campeche, a cerca de 23 km do centro de Floripa.

O transporte é realizado pela Associação de Pescadores Artesanais da Praia da Armação e Pântano do Sul (APAAPS). Os barcos dos pescadores são menores, cabem cerca de 10 a 15 pessoas, por isso vários deles realizam o transporte da Armação para a ilha.
    

Os barcos começam a sair a partir das 10:00h e o tempo de permanência na ilha é de 4 horas. O local abre às 9:00h e a partida dos visitantes é por ordem de chegada.
      

Preço: 70 reais na baixa temporada e 110 reais na alta temporada. Crianças até 05 anos não pagam.

A distância entre a praia e a ilha de Campeche e de pouco mais de 1,5 km em mar aberto e geralmente com correnteza forte motivo pelo qual é perigoso a travessia a nado. Mas em dias bem calmos é possível atravessar a nado, de stand-up ou mesmo de kit surf.

Melhor época para visitação

Naturalmente, o clima fica melhor no verão. Afinal, praia combina com muito sol e calor. Mas a alta temporada apresenta uma cidade ainda mais cheia, e a Ilha do Campeche também recebe mais visitas nesta estação.

O inverno não é tão recomendado porque Florianópolis fica no sul do país, então pode fazer frio. O momento ideal para visitar o local, são as estações intermediárias: outono e primavera. Em ambas é possível pegar tempo bom sem que a praia esteja muito lotada.

Como é uma ilha, não se pode esquecer de levar sunga ou biquíni, já que as praias são as maiores atrações de lá. Mas também existem trilhas, então é necessário apostar em roupas leves e adequadas para a caminhada no meio do mato.

O protetor solar é indispensável, enquanto repelentes são bem-vindos. E a câmera fotográfica não pode faltar, para captar toda a beleza da Ilha do Campeche.

O que fazer na Ilha do Campeche

Apesar de ser uma ilha, existe apenas uma praia por lá: a Praia da Enseada. É nela que chegam as embarcações trazendo turistas o tempo inteiro.

Por ter águas bastante calmas e sem ondas, o local é perfeito para levar crianças, que podem brincar no mar verde ou turquesa (depende do momento) com tranquilidade – e cercadas por uma paisagem incomparável.

A praia também é ótima para mergulhar e observar a vida marinha do mar catarinense – então vale a pena levar o seu snorkel ou alugar um por lá. Existe apenas um restaurante na Ilha do Campeche, então é recomendado levar de casa seu lanche e as bebidas, já que ele pode ficar bastante cheio, a depender do período de visita, principalmente na alta temporada.

No interior da Ilha é possível encontrar um vasto acervo arqueológico, datadas de 5000 a 3500 A.C. Com mais de 100 petróglifos distribuídos em 10 sítios arqueológicos, nove estações líticas, monumentos rochosos e sítios de ocupação, a Ilha do Campeche foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan no ano de 2000 como Patrimônio Arqueológico e Paisagístico Nacional. Segundo pesquisas arqueológicas, o local possui sozinho mais inscrições rupestres que a Ilha de Santa Catarina, a Ilha do Arvoredo e a Ilha das Aranhas, todas juntas. Entre os sinais deixados pelos povos antigos estão símbolos geométricos, flechas, zoomorfos, antropomorfos e as máscaras, também encontradas nos costões da Praia do Santinho.

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As trilhas para observação do patrimônio arqueológico somente são acessadas com o acompanhamento de guias e pagamento de taxa.

Os barcos que chegam à Ilha atracam diretamente na Praia da Enseada. Com cerca de 400 metros, esse é o único ponto da ilha em que os visitantes podem ficar.

Para conhecer as trilhas, costões, sítios arqueológicos e os monumentos rochosos é necessário contratar os serviços de monitores credenciados pelo IPHAN. Existe uma taxa para realizar as trilhas, onde a verba é destinada ao pagamento da equipe de monitores, manutenção da ilha e o restante vai para o fundo de manejo e conservação da Ilha do Campeche.

       O valor pago por passeio em trilha terrestre varia entre R$ 10,00 e R$ 25,00 por pessoa, dependendo da opção do passeio. O passeio com trajeto mais longo só pode ser realizado com agendamento prévio e por visitantes com uma boa condição física e portando calçados apropriados (tênis).
   O passeio com mergulho em trilha subaquática dura aproximadamente 1h30 minutos e custa R$ 60,00 por pessoa. Neste valor está incluso o aluguel de roupa de neoprene, máscara, snorkel, nadadeiras, o acompanhamento de um monitor exclusivo para cada grupo de 04 pessoas e transporte até a trilha em embarcação de pesca artesanal.

      É expressamente proibido percorrer as trilhas sem o acompanhamento de monitores credenciados (camiseta azul), portar alimentos e bebidas em latas ou garrafas, principalmente alcoólicas, exceto água e isotônicos. Também é proibido levar ou coletar animais, conchas e plantas e subir nas pedras e costões nas extremidades norte e sul da praia.


Durante a temporada de verão há salva-vidas monitorando os banhistas na praia, por tanto, a remoção de pessoas em casos de emergência é feita somente por barco ou helicóptero.
  

A visitação a Ilha do Campeche está condicionada às condições climáticas, podendo ser fechada a qualquer momento, por motivos de segurança dos visitantes e de conservação do patrimônio. Para que a preservação deste frágil ecossistema seja efetiva, e que é fixada uma quantidade máxima de pessoas por dia.

Alguns serviços disponíveis na ilha:

Trilhas Terrestres guiadas, cujos valores estão entre R$ 15,00 a R$ 35,00, Trilhas Subaquáticas guiadas em torno de R$ 60,00.

Obs. para os serviços de Trilhas, ao chegar na Ilha, procure o posto dos Guias Credenciados,  Um restaurante (não aceita cartões).
    

Todo Lixo tem que ser recolhido ao ir embora, pois não há recipientes para o descarte de lixo de qualquer tipo. Portanto,é imprescindível levar sacos plásticos para armazenar todos os resíduos produzidos e trazê-los de volta com você no barco.
    *dicas importantes:
  –  Fique bem atento aos seus pertences principalmente se levar comida pois existem muitas quatis na ilha e elas ficam cercando toda área do restaurante caçando comida. Não é permitido alimentar os animais. Colabore.

  • Preserve a Natureza.

O que saber antes de ir para a ilha do Campeche

A visitação a Ilha do Campeche está condicionada às condições climáticas, podendo ser fechada a qualquer momento. Isso acontece por motivos de segurança dos visitantes e de conservação do patrimônio.

Toda a Ilha do Campeche é protegida pelo IPHAN, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Isso porque a região abriga dez sítios arqueológicos, com monumentos em rocha, ruínas de ocupação, nove resquícios de antigas oficinas líticas e mais de 100 gravuras talhadas nas pedras. Tudo isso forma um dos maiores acervos rupestres de todo o mundo, e não é à toa que o lugar foi tombado como Patrimônio Arqueológico e Paisagístico Nacional.

            Importante: como a ilha é tombada como Patrimônio Histórico e Paisagístico Nacional, limitou o número de desembarques na Ilha do Campeche em 770 pessoas durante os meses de março e novembro. Nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro são admitidas diariamente até 800 pessoas, e cada pessoa pode ficar na ilha até 4 horas.

Não é permitido na Ilha do Campeche a prática de campismo, preparação de churrasco, manufatura de fogueiras, uso de fogos de artifício, assim como o desembarque de espécimes de fauna e flora.

Navegando contra as ondas, o bote Mareados leva 45 minutos para chegar à praia da Ilha do Campeche, em Florianópolis. Subindo o morro, em direção ao leste, atravessa-se a mata atlântica até alcançar o topo. Descendo em direção ao costão, em meio às pedras, surgem as Máscaras Gêmeas, uma das 167 gravuras rupestres da Ilha. É como fazer uma viagem à pré-história catarinense.

Há gravuras rupestres espalhadas em todo o mundo. Em SC, são formas abstratas: círculos, pontos, triângulos e figuras de animais e de homens. Foram feitas pelos povos indígenas que habitaram o Estado antes da chegada dos europeus, há pelo menos mil anos. Eles usavam areia e água para polir machados e facas. Por isso, há a hipótese de que o mar estivesse mais elevado — explica Janice. Mas esse assunto ainda é cheio de mistérios, pois não houve muitas pesquisas voltadas para esse território.

Um dos poucos lugares preparados para a visitação das inscrições rupestres é o Costão do Santinho, na Capital. A gravura, a propósito é que deu origem ao nome da praia.
           

Segundo a professora Deisi Scunderlick Eloy de Farias, coautora do livro Panorama Arqueológico de Santa Catarina, a hipótese é de que elas tenham sido feitas pelos Homens do Sambaqui ou, mais provavelmente, pelos Jês Meridionais. Talvez, pelos dois povos. Podem ter servido para marcar território ou para apontar um lugar de ritual, seja de iniciação ou de sepultamento.

Na Ilha do Campeche, é possível encontrar símbolos, flechas, máscaras e muito mais, tudo deixado por povos milenares no passado. Por essas e outras, o local merece a visita além da praia, com suas trilhas que levam em uma verdadeira viagem no tempo.

A ilha sofre com algumas espécies de animais em extinção, por isso é pedido aos turistas que não alimente nenhum dos que vier a encontrar no meio das trilhas. E para percorrer todas elas em busca dos sítios arqueológicos, dos costões e mirantes é preciso contratar um guia, geralmente fornecido pelo IPHAN, que administra o local.

Ainda é cobrada uma taxa para esses passeios, com o dinheiro arrecadado sendo destinado à manutenção do meio ambiente, e podem variar entre R$10,00 e R$25,00.

Com a ocupação da Ilha pela Associação Couto de Magalhães, alguns animais exóticos foram inseridos no local para que exterminassem escorpiões e para que servissem de caça aos pescadores que por ventura ficassem isolados por conta do mau tempo. Com isso, macacos, quatis, galinhas e patos passaram a fazer parte do ecossistema, provocando desequilíbrio ecológico.

Com a mudança de objetivo da Associação de Caça e Pesca Couto de Magalhães para Preservação da Ilha do Campeche, os macacos e patos foram eliminados da Ilha. No entanto, os quatis ainda permanecem no local se alimentando, não apenas de minhocas, frutas e insetos, mas também de ovos de pássaros como o tiê-sangue, que está ameaçado de extinção e de alimentos fornecidos pelos turistas, como batata frita, salgadinhos, arroz, peixe frito.         

Portanto, pede-se que não alimentem os animais, pois eles passam a deixar seus habitats para irem em busca de guloseimas. Assim, quando não encontram alimento, vasculharem as lixeiras, mordem as pessoas e trazem risco de doenças, como a raiva. Isso pode causar um impacto ambiental.

Ao se alimentarem de frutos, por exemplo, eles cumprem o ciclo e um papel ecológico para o meio ambiente. Algumas sementes germinam depois que passam pelo intestino e estômago desses animais.

Quando ir para a ilha do Campeche

Uma das trilhas, mais longe e de difícil acesso, exige agendamento com antecedência e necessidade de boa condição física para realizar. 

Outra excelente alternativa para se divertir e se encantar com a natureza da Ilha do Campeche é a trilha subaquática. Com snorkel, nadadeiras e todo o equipamento adequado, além de acompanhamento de um monitor, o turista pode observar as maravilhas do fundo do mar. Mas esse passeio é um pouco mais caro e restrito a grupos de até quatro pessoas.

Durante a alta temporada, como o número máximo de pessoas que pode permanecer na ilha ao mesmo tempo é limitado, então não se assuste se tentar visitá-la e não conseguir. Nesse caso, vale a pena explorar as outras belas praias do leste e sudeste de Florianópolis, como a Lagoinha do Leste, a Praia Mole e a Praia do Campeche, entre outras.

A vida noturna em Florianópolis é muito agitada e com opções para todos os gostos. Ao retornar da Ilha do Campeche, o turista pode descer na Barra da Lagoa e rumar para a Lagoa da Conceição, por exemplo – sempre repleta de gente em busca de suas boates, bares e restaurantes, considerada o bairro mais divertido da capital catarinense.

Na praia de Campeche e na praia Armação, os outros pontos de desembarque, também são repletos de alternativas, embora a estrutura não seja a mesma.

Praias vizinhas

A praia chamada Mole fica bem perto da Lagoa da Conceição e da Joaquina, também famosa. Lá é reduto de surfe, ideal para quem quer curtir ainda mais e sempre cheia de jovens. Já a Lagoinha é um paraíso para quem gosta de trilhas e ecoturismo, mais reservada e com uma natureza de tirar o fôlego para qualquer um. No total, a capital possui 42 praias para todas as tribos, então não se preocupe se precisar deixar a Ilha do Campeche para outro dia por estar lotada.

A vida noturna em Floripa é muito agitada e com opções para todos os gostos. Ao retornar da Ilha do Campeche, o turista pode descer na Barra da Lagoa e rumar para a Lagoa da Conceição, por exemplo – sempre repleta de gente em busca de suas boates, bares e restaurantes, considerada o bairro mais divertido da capital catarinense.
      

Quem estiver com disposição pode rumar para a Costa Norte, principalmente na badaladíssima Jurerê Internacional, com seus beach clubs. Neles, as festas rolam na praia e durante o dia, mas muitas se estendem até depois do anoitecer.
         

É só escolher o que mais agradar e curtir, mas sem esquecer de descansar para muito mais diversão no dia seguinte, afinal, o nome Ilha da Magia não foi dado por acaso.

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